Ação – Reação: Sobre os confrontos no Palácio Nacional

Traducción al portugués del texto sobre la intervención de RS en los disturbios en Palacio Nacional del año pasado.

Traducción a cargo de Contrainfo-Postugués.


Cidade do México, 21 de Novembro de 2014

Ontem à noite, terminada a concentração pelos normalistas desaparecidos de Ayotzinapa, Guerrero, realizada no zócalo capitalino, alguns grupúsculos de Reacción Salvaje (RS) decidiram sublevar-se, quebrando a linha divisória da paz e dos bons modelos,  imposta pelos líderes e participantes dos movimentos sociais durante as suas marchas – servindo isso para nos camuflar e desestabilizar a coexistência cidadã e o desfile – marcha daquelxs que detestam todas as luzes da confrontação directa. Foi assim que contribuímos para os tumultos desatados que ocorreram frente ao Palácio Nacional, símbolo e bastião dos que decidem sobre o indivíduo e permitem a devastação da natureza selvagem perpetuada pelas indústrias, verdadeiros donos deste país.

Os motins que ocorreram, contra o emblemático Palácio Nacional, não foram um incidente isolado antes sim um ato que mostra claramente as dimensões da crise económica, social e política no país. O evento pôs a tremer o governo federal, que desde ontem, tem utilizado os meios de comunicação massiva para espalhar a sua mensagem prostituída de “estatuto de tolerância”- para colocar a sociedade contra  a situação e para que rejeite tais atos, em consequência.

Para nós esses confrontos, em tais condições, são totalmente úteis para aumentar as tensões que levam ao enfraquecimento das esferas do poder.

Provocar tensões violentas para que as unidades anti-motim carreguem contra os cidadãos – e que, por sua vez, estes decidam defender-se no momento, aumentando o conflito – é um dos nossos objectivos no caminho da desestabilização.

Os nocivos membros do gabinete de segurança e das bocas da imprensa, tinham propagado em Setembro o rumor de que nós tínhamos “pensado” efectuar algum tipo de atentado, durante a comemoração da independência ou durante a marcha de 2 de Outubro. A sua previsão equivocada foi apenas uma visão paranóica da nossa próxima ação – derivada da sua preocupação pela emissão da nossa primeira declaração, em 14 de Agosto. É claro que todos sabiam muito bem (e não é nada de novo) que as organizações guerrilheiras anarquistas estiveram presentes no seio das mobilizações ocorridas após o desaparecimento dos referidos estudantes, que terminaram em distúrbios e danos à propriedade. Este fato mostra que os grupúsculos terroristas RS também lá se encontram. Porque, quando a crise se aprofunda, é melhor empurrar para pior…

Como já escrevemos antes, RS não é um grupo que “entenda” ou que “respeite” as massas, não participamos nas suas manifestações para nos “solidarizarmos”, nem para clamar por “paz” e “justiça” – os grupúsculos de RS querem impulsionar a situação para que vejam este sistema e esta civilização a arder e a tombar, devido às problemáticas dos seus integrantes..

E com esse objectivo, temos de nos infiltrar nas recentes manifestações com paus, explosivos, fogo, armas de fogo inclusive, que fique claro que o faremos.

Pela desestabilização do podre sistema tecno-industrial!

Reacção selvagem

Grupúsculos:
“A sangue e fogo”
“Dança de Guerra”

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